DANNI ELLA – TOURNER LA PAGE

Fala-nos de ti Danni

Danni Ella também conhecida por Daniela Ramos nasceu em Almada, em Dezembro de 1995. Viveu em Portugal até aos seus 15 anos e depois imigrou c/ sua familia para a Suíça , onde reside ainda hoje .

Filha de Pais Cabo-verdeanos , deu os seus primeiros passos na musica muito cedo, cantando em casa, casamentos de familiares e mesmo ma sua paróquia local.
Desde muito cedo, a sua familia aconselhou a ir além da timidez e do medo e abraçar o seu talento com garra .

Conta-nos a tua história, primeiros passos, e das tuas influências no mundo da música.

Em 2017, com o nome de Daniela Ramos a cantora lançou o seu primeiro single «  Friend Zone », com a produção do seu primo Llaynon Ramos.
Logo depois, pelas mãos do produtor Lbeatz, nasceram os singles «  Amor Impossivel », « Txilar » e « O teu tempo acabou ».
Entretanto, Danni Ella teve a necessidade de parar a sua atividade artística por falta de oportunidades , apoio e motivação. Após uma paragem na sua carreira agora volta em 2020 , mais madura e foco na sua carreira musical .

O que achas do mundo da música em Portugal e o que podes trazer de novo?

O mundo da música em Portugal, pelo menos no meio africano se aposta muito na kizomba e o que eu pretendo trazer é novos estilos e versatilidade. Tenho a vantagem de falar francês então decidi arriscar com o single “Tourner la Page” ( “Virar a página “) para captar o público .

O que te levou a escrever esta música?

Ao escrever esta música relato a minha antiga relação amorosa , que foi boa quanto durou mas era uma relação tóxica. Por isso tive de mudar de rumo, e virar a pagina.


Tens algum público alvo em específico?

Primeiramente, o público PALOP e depois, quem sabe, expandir para o mundo francófono .
A música é uma lingua universal sem barreiras, então não quero criar limites.


Há alguma mensagem específica que queres passar com esta música?

A mensagem que eu quero passar com esta música é que temos de saber quando devemos meter um ponto final numa relação e seguir em frente mesmo se há memórias marcantes.
É saber que a vida é curta e temos que pensar mais na nossa felicidade e isso passa à frente de tudo e de todos.

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