Givaldo Alves ferido no hospital

O MENDIGO romântico: “UMA MÃO NA DIREÇÃO E A OUTRA NO CARINHO”

Givaldo Alves, é o nome do sem- abrigo Brasileiro que conquistou a atenção de uma mulher casada com quem acabou por se envolver sexualmente.

Sandra Mara traiu o seu marido Eduardo Alves de Sousa-com um morador de rua.

“Eu andava pela rua e ouvi um grito: ‘moço, moço’. Olhei para trás e só tinha eu. E ela confirmou comigo dizendo: ‘Quer namorar comigo?’”.

Givaldo Alves, em entrevista no portal Metropoles

Givaldo afirmou que a o ato com a Sandra foi consensual e que, inclusive, partiu da iniciativa da mulher que o convidou para entrar na viatura, mesmo depois dele deixar claro que não tinha tomado banho.

“-Moça, eu não tenho dinheiro, sou morador de rua. Não tenho dinheiro nem para te levar ao hotel.

Disse Givaldo

-Pode ser no meu carro”

Respondeu Sandra Mara

O sem-teto descreveu a situação com detalhes e metáforas notáveis deixando o publico pasmado com o seu dom da oratória nomeadamente a famosa frase : “Era uma mão na direção e outra no carinho” descrevendo o momento em que os amantes inesperados se deslocavam para um local discreto.

Eduardo (Personal Trainer) agrediu o sem-abrigo quando encontrou a consumar o ato com a sua mulher no próprio carro.

“Deus me colocou em um lugar cercado por câmeras que comprovam não ter havido nada disso (estupro). Se fosse outro morador de rua, possivelmente já estaria preso”

Givaldo Alves, em entrevista no portal Metropoles

Givaldo diz que outrora foi casado, tem uma filha de 28 anos e deambulou por cidades como Bahia, Tocantins, Minas e Goiás até chegar a Brasília. Desde então, alberga-se nas ruas e por vezes em abrigos públicos.

No decorrer da agressão por parte do educador físico, Givaldo alega ter reagido e trocado socos com o mesmo. O sem-teto diz que só soube que Sandra era casada quando se encontrava no posto médico.

Os ferimentos causados ao sem abrigo romântico foram graves, ele sofreu um edema no olho e ficou com a costela fracturada mas mesmo assim declara que não se arrepende.

Deixamos aqui a entrevista feita ao Givaldo:

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